quarta-feira, 28 de setembro de 2011

a regencias dos malês em salvador NOMES:KELBER E ZAHRA





A chamada Revolta dos Malês registrou-se de 25 a 27 de Janeiro de 1835 na cidade de Salvador, capital da então Província da Bahia, no Brasil.

em 1835 os senhores de escravos da capital baiana,salvador,viveram momentos de grande pânico.o motivo foi o movimento liderado pelos escravos africanos conhecidos como malês a maioria dos quais eram muçulmanos vindos da região do golfo da guiné,na África ocidental entre os seus lideres estavam pacifico licuta Manuel calafate e Luís sanim.

os malês conseguiram juntar dinheiro para comprar armas e munisões e planejaram uma luta com objetivo de matar os brancos e conseguir a liberdade.

Fernanda Souza e Rayssa.


Fim do tráfico de africanos
Em 1850 a Lei Eusébio de Queirós proibiu novamente o comércio de escravos africanos para o Brasil. A primeira Proibição datava de 1831, mas o tráfico continuou de forma ilegal.
O governo britânico passou então a pressionar o governo brasileiro, inclusive com ameaças militares, para que se cumprisse a lei de 1831 e acabasse o tráfico negreiro. o governo brasileiro alegava não ter condições de cumprir a lei, por resistência de traficantes e latifundiários. assim, o contrabando de escravos africanos mantivera-se ainda por quase 20 anos. mesmo após a lei de 1850, o tráfico internacional continuou clandestinamente por cerca de 5 anos, mais o numero de escravos trazidos foi muito menor.
O fim do tráfico transatlântico liberou muito dinheiro - até então usado na compra de escravos -para ser aplicado em outros setores na economia, como a vinda de imigrantes e a instalação de indústrias.
A partir de 1850, o tráfico negreiro interno cresceu. por meio desse comércio, os produtores de carne das províncias do sul e de algodão e açúcar do Nordeste venderam milhares de escravos para os fazendeiros de regiões em expansão no centro-sul, como as areas cafeeiras de São Paulo.

Cabanagem e Grão para Diego e Thales



Cabanagem (1835-1840) foi uma revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do Grão-Pará (Brasil). Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil. De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre João Batista Gonçalves Campos e do jornalista Vicente Ferreira Lavor ("Papagaio"). O Grão-Pará foi uma das capitanias da América Portuguesa, integrando inicialmente o Estado do Grão-Pará e Maranhão.Uma das possíveis etimologias do nome da antiga unidade administrativa decorre do rio Pará, que corta a região e antigamente acreditava-se um prolongamento direto do rio Amazonas.

Uma das possíveis etimologias do nome da antiga unidade administrativa decorre do rio Pará, que corta a região e antigamente acreditava-se um prolongamento direto do rio Amazonas.

Nome : Endyel e Willian 73

Terra e trabalho escravo
Relações sociais e legislação.

O desenvolvimento da produção industrial e do setor de serviços (por exemplo transportes e comunicaçoes) nao foi suficiente para mudar toda a economia.As atividades economicas mais importantes continuavam sendo aquelas ligadas ao latifundio e a agricultura de exportação como vinha ocorrendo desde o periodo colonial.
Apesar disso,omercado interno brasileiro apliou-se.Além de consumir os produtos aos quais ja estavam habituados,como carnes farinhas frutas e cereais,a população urbana passou a se beneficiar do crescimento no setor de serviços no comercio e na industria.Enquanto isso na subistencia , o extrativismo vegetal e a criaçao de gado continuaram sendo as principais atividades economicas voltadas para o consumo da população local.
A expansao do cafe , o crescimento das cidades e industrializaçao desenvolveram-se principalmente nas provincias de sao paulo minas gerais e rio de janeiro.

A vida dos trabalhadores escravos
Ao longo do seculo XIX as relaçoes entre senhores e escravos deviam obedienci a seus senhores.Porém,a relação entre eles não era igual nas cidades nas fazendas nas minas e nas industrias.No campo a vigilancia sobre os escravos era grande havendo feitores para controla-los e capitães do mato para recpturar aqueles que fugissem.A expansao das plantaçoes de cafe tambem elevou o preço dos escravos pois lavouras do centro-sul necessitavam de mao de obra e a imigraçao estrangeira nao conseguia atender a essa nescessidade ate a decada de 1870,e como trafico negreiro internacional foi proibido depois de 1850 os cativos de outras provincias eram vendidos para cafeicultores a preços elevados.


Pontos turistiscos.Museu AfroBrasil localizado no parque do ibirapuera em Sao paulo

Praieira: uma revolta pernanbucana Nome:Paola e Leilane

Praieira uma revolta pernanbucana

A Revolta Praieira, também denominada como Insurreição Praieira, Revolução Praieira ou simplesmente Praieira, foi um movimento de caráter liberal e separatista que eclodiu, durante o Segundo Reinado, na província de Pernambuco, no Brasil, entre 1848 e 1850.

A Última das revoltas provinciais, está ligada às lutas político-partidárias que marcaram o Período Regencial e o início do Segundo Reinado. Sua derrota representou uma demonstração de força do governo de D. Pedro II (1840-1889).

De forma global, inscreveu-se no contexto das revoluções socialistas e nacionalistas que varreram a Europa neste período do século XIX, incluindo a Revolução de 1848 na França que promoveu a extinção do Absolutismo no país.

Como lembrança dos tempos em que as locomotivas à vapor transportavam cana-de-açúcar, açúcar e mantimentos, podem ser vistas a velha estação, a casa do mestre-de-linha e as ruínas de uma ponte ferroviária.




Revolta da balaiada/ Raquel e Betina




A balaiada foi uma revolta popular ocorrida na província do maranhão entre 1838 e 1841.
nessa época a economia maranhense enfrentava uma crise. suas principais riquezas. o arroz e o algodão, perdiam preço e compradores no exterior; devido á concorrência dos produtores baianos e pernambucanos e, principalmente, dos estados unidos, cujo o algodão era mais barato e de melhor qualidade. de todo modo, era fazendeiros portugueses ou ligados aos interesses comerciais dos ingleses que controlavam essas riquezas na província.
Os principais lideres populares da balaiada foram manuel Francisco dos Anjos Ferreira (fazedor de balaios de folhas de buriti, de onde surgiu o nome do movimento), Cosme Bento das Chagas
( negro e lider de um quilombo que reunia cerca de 3 mil escravos fugitivos e o vaqueiro Raimundo Gomes Jutai. Cosme foi um dos responsaveis pela expansao do movimento para o piaui. calcula-se que chegou a reunir mais de 3 mil negros na luta.

Rio Grande do Sul Guerra Farroupilha(nome:Mateus,Luciano)(turma:73)







Demarcada como uma das mais extensas rebeliões deflagradas no Brasil, a Revolução Farroupilha contou com uma série de fatores responsáveis por esse conflito que desafiou as autoridades imperiais. Naquele período, a insatisfação junto às políticas imperiais e a proximidade das jovens repúblicas latino-americanas demarcaram o contexto inicial do conflito.

Ao longo da história econômica da região sul, a pecuária tornou-se um dos principais focos da economia gaúcha. Ao longo do processo de diversificação das atividades econômicas do país, os estancieiros (fazendeiros) sulistas tornaram-se os principais produtores de charque do Brasil. Esse produto, devido sua importância nos hábitos alimentares da população e seu longo período de conservação, articulava a economia agropecuária sulista com as regiões Sudeste e Centro-oeste do país.

Durante o Primeiro Reinado e Regência, vários impostos impediam a ampliação dos lucros dos fazendeiros sulistas em consequência do encarecimento do preço final do charque gaúcho. Não bastando os entraves tributários, a concorrência comercial dos produtos da região platina colocou a economia pecuarista gaúcha em uma situação insustentável. Buscando acordo com o governo central, os estancieiros gaúchos exigiam a tomada de medidas governamentais que pelo menos garantissem o monopólio sulista sob o comércio do charque.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

pelas ruas da cidade

aluno:dener
nome do intrevistado:janete almeida alves do santos
nome da rua:Dorival ferreira
n:148
local:beira rio
na rua antes tinha bastante de buraco ,mas agora a rua ja tem asfalto e esta bem melhor
la na rua a unica coisa que me dessagrada é a sujeira na rua oque me agrada é as festas feitas no natal e no reveiom . o nome da rua tem essse nome por que era o nome do morador mais velho do bairro dorival








Nome: Betina turma.73 Rua Alagoas

A rua alagoas antigamente era muito de cheia de buracos e quase não tinha pessoas na rua e agora esta lotada os dois lados .
a entrevistada Mônica Salete Ferreira luiz ela morra há mais de 30 anos na rua e agora ela morra la e ela disse que a rua antigamente ela era com muitos buracos e agora esta asfaltada e com muito mais estrutura com árvores.
e A minha rua é muito movimentada e com muitas pessoas e carros eu adoro morrar la a minha mae disse que sempre foi assim bem movimentada e com muitas pessoas passando

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Entrevista com as mães!

Nomes: Raquel e Betina
Turma: 73

Bom nós entrevistamos algumas mães no dia 04/05/09 nós perguntamos para elas o que elas tinham achado da apresentaçao dos seus filhos elas nos responderam que tinham gostado muito.até tiramos algumas fotos da apresentaçao.
A apresentaçao foi realizada no sindicato dos municipários as 06 horas da tarde, apesar do imprevisto que ocorreu no meio da apresentaçao as maes gostaram muito e nós tambem.


Feliz dia das mães!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Entrevista com Mario R. Martinez Gomes


Entrevista com o trabalhador


Nome :Betina luiz cardoso
turma: 73


O Meu avô Gilberto Amoro Vianna Perreira trabalhou muitos anos naquela época as condições de trabalho eram ecelentes condões de trabalho ;
Na quela época teve alguns acidentes de trabalho ,alguns graves mas outros nem tanto ,depois que passou alguns dos acidentes , aconteceu a greve com o sindicato e varias greves .
Na época do meu avô na empresa havia bastante falta de emprego até dois mil e duzentos de falta de emprego .
Meu avô fez um grande curso de qualificação para poder entrar na empresa, não houve discriminação porque eram mulheres e tambem não houve exploração do trabalho infantil mais tinha memores trabalhando .


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Indiara Duarte 13/07/2011

                         

Ouro Preto nasceu sob o nome de Vila Rica, como resultado da épica aventura da colonização do interior brasileiro, que ocorreu no final do século XVII.

Em 1698, saindo de Taubaté, São Paulo, a bandeira chefiada por Antônio Dias descortina o Itacolomi do alto da Serra do Ouro Preto, onde implanta a capela de São João.

Ali, tem início o povoamento intenso do Vale do Tripui que, trinta anos depois, já possuía perto de 40 mil pessoas em mineração desordenada e sob a louca corrida pelo ouro de aluvião.

Nome:Eduardo Turma:73

O Museu Mineiro tem sua origem no Arquivo Público Mineiro, criado em 1895. A instituição se consolidou juridicamente quinze anos mais tarde, em 1910, quando se tornou responsável pelas seções de História Natural, Etnografia e Antiguidades Históricas, reunindo o acervo relacionado à História de Minas nos três períodos – da Capitania, da Província e do Estado

aleijadinho Diego,Zahra

    .
                                            Aleijadinho
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, foi um importante Escultor, entalhador e arquiteto do Brasil colonial.
Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, que permanece até hoje envolta em cerrado véu de lenda e controvérsia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora mesmo neste âmbito sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas

Leilane Manfra Kriger A sentença dos conjurados

       Em 5 de novembro de 1799 foram publicados em Salvador as sentenças contra alguns dos lideres da conjuração Baiana. Eles condenaram os reus Lucas Dantas de Amorim Torres, João de Deus do Nascimento e Manoel Faustino dos Santos Lira, a que com baraço e pregão, pelas ruas publicas desta cidade, sejam levados á Praça da Piedade por ser também uma das mais publicas dela, onde todos eles iam ficar na forca, que para este suplício se levantará, mais alta, do que a ordinaria, morreram de morte natural para sempre, depois do que lhes serão separadas as suas cabeças e os seus corpos dos primeiros feitos em quartos.

Cidade da Mariana

                                    
                                    


Mariana é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2010 era de 54.179 habitantes. Foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais. Foi no século XVII uma das maiores cidades produtora de ouro para a coroa Portuguesa. Vale lembrar que Mariana tornou-se a primeira capital de Minas Gerais por participar de uma disputa onde a Vila que arrecadasse maior quantidade de ouro seria elevada a Cidade sendo a capital da então Capitania de Minas Gerais.                
                           

Museus de Minas Gerais Nome Paola

igreja de ouro preto/dener/turma;73


Djully Albeche Cidade de Ouro Preto

 Ouro Preto é um município Brasileiro do estado de Minas Gerais, famoso por sua magnífica arquitetura colonial. 
  Sua população é de 70.227 habitantes, está distribuída em 34.272 homens e 35.955 mulheres. 
 Foi a primeira cidade brasileira a ser declarada pela Unesco , Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, no ano de 1980.